TRT2 1000036-25.2020.5.02.0719
TRABALHISTAEMENTA: ADICIONAL DE INSALUBRIDADE. DEVIDO. É fato incontroverso que a ré pagou o adicional de insalubridade para a reclamante, até setembro de 2016, sendo que não há provas de que tenha havido alteração efetiva nas atividades da reclamante ou na forma de sua execução, a partir de tal data. Desse modo, ante o pagamento do adicional de insalubridade de forma espontânea pela reclamada, sem a comprovação robusta de que houve mudanças na forma como a reclamante exercia as suas funções, seria, inclusive, despicienda a realização da perícia. Recurso ordinário a que se nega provimento, no particular.